Expansão da base assistida – É notório que a adoção de recursos advindos das modernas tecnologias da teleinformática têm permitido que a UEA atenda às grandes extensões desassistidas do Amazonas. São históricos os contingentes populacionais atualmente alcançados por ações educacionais antes restritas a Manaus. A UEA objetiva a sua própria responsabilidade ao falar a linguagem do seu tempo no nível mais alto. Inclusão social – O Aprovar, como elemento de uma política educacional do Governo do Amazonas inaugurada com o advento da UEA, tem o fim precípuo de possibilitar aos alunos oriundos da escola pública a isonomia da possibilidade de concorrer às vagas na universidade pública. Não se trata, portanto, de uma proposta que vise anular ou desnivelar a concorrência, mas possibilitar que a concorrência realmente ocorra, fornecendo uma ferramenta competente que permita a quem não pode pagar por uma preparação para o vestibular concorrer em condições de igualdade. Inserção amazônica – A ampliação desse debate vai encontrar o homem amazônico no vórtice das preocupações institucionais. A partir dessa ótica, a melhor justificativa para os modos de ser e de fazer da UEA deve contemplar a explicação de que o fundamental não está simplesmente na base tecnológica de seus expedientes, mas no deslocamento que a instituição operou no papel da tecnologia: de uma centralidade típica da sociedade tecnológica, para uma dimensão de mera resultante das necessidades humanas. Ao optar por modos baseados nas tecnologias da informação a partir desse deslocamento, a UEA elege o homem e não a tecnologia, apontando na direção de uma nova ética, cuja essência está na necessidade humana de sobreviver e transcender à sua própria existência, substrato no qual se deita a eixo da justificativa para o Aprovar. Resultados obtidos – Os resultados das duas versões já realizadas, correspondentes aos vestibulares de 2004 e 2005, falam por si: só na UEA, são quase 1500 novos universitários que se prepararam pelo Aprovar, assistindo às aulas pela tevê, colecionando as apostilas e participando dos “Simuladões”. Merece destaque o fato de que a maioria esmagadora desses alunos que lograram êxito no vestibular da UEA é oriunda da escola pública e das classes despossuídas da sociedade. |
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